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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Encontro de Tecnologia Simonsen reunirá viciados em tecnologia sob o tema mobile e mídias sociais. Inscreva-se.Vagas limitadas!!!


O Encontro de Tecnologia Simonsen (ETS) foi criado com o intuito de reunir profissionais da área, estudantes e todos os aficionados por tecnologia. Um encontro que já reuniu mais de milhares de pessoas em suas últimas edições. Um evento sem fins lucrativos que visa apresentar novas ideias  e incentivar a troca de experiências.

O que vai rolar no evento?

Nesta edição foi preparada uma grade de programação praticamente toda voltada para os temas Mobile e Mídias Sociais. Serão palestras e workshops com excelentes profissionais das áreas.  Você poderá também passear pelos stands e participar dos diversos sorteios oferecidos por nossos parceiros e patrocinadores.

INSCREVA-SE 

Matéria completa em: Quarto GeeK

sábado, 18 de junho de 2011

[INFORMAÇÃO] Convite de novos autores para o Guia do PHP‏

Bom dia pessoal, estou aqui representando o Guia do PHP, nosso blog para assuntos referentes ao PHP, - http://www.guiadophp.yoonix.com.br - com postagens ensinando desde o básico ao avançado e que ainda tira dúvidas referentes a hardware e software, no momento estamos com carência de pessoal que tenha prazer em dividir o seu conhecimento sobre PHP para ávidos iniciantes e veteranos que buscam por novas soluções para antigos problemas.

Se você gosta de PHP, hardware, software ou conhece alguém que esteja disposto a colaborar envie um e-mail para:
doug.ferr@hotmail.com
com cópia para:
karenzinhalira@gmail.com

E a partir daí você poderá fazer parte do seleto grupo de autores do Guia do PHP!

Obrigado pela atenção, esperamos ansiosos pelo contato, abraços!

Douglas Ferreira 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

[HARDWARE] Windows mais rápido sem baixar nada!

Seu computador mais rápido
Vários componentes do Windows podem ser desligados para aumentar o desempenho. Aprenda a eliminar as funções das quais não precisa.
O Windows pode fazer todo tipo de coisas incríveis. Infelizmente, algumas delas podem ser desnecessárias para você e acabam prejudicando o desempenho do computador. Ao desativar programas, processos e serviços não utilizados, você pode reduzir a carga sobre o sistema e ajudá-lo a realizar todo seu potencial.
Individualmente, algumas das sugestões a seguir podem não produzir uma melhora visível no desempenho. Mas seu efeito cumulativo pode agilizar significativamente o sistema.

Você não precisa desativar todos estes recursos. A maioria deles é útil para a maior parte dos usuários, ou ao menos visualmente agradável, mas para alguns eles podem não fazer sentido. Tentamos fornecer o máximo de informações possíveis sobre cada um para que você possa tomar uma decisão informada ao escolher quais manter e quais desativar.
Para ajudá-lo a seguir nossas sugestões mais facilmente, nós organizamos os recursos de acordo com o local do sistema onde você os desativa. Veja nossas dicas a seguir.

sábado, 30 de abril de 2011

[INFORMAÇÃO] Como amenizar o efeito do calor em computadores e notebooks

Nesses dias quentes de verão, devemos tomar alguns cuidados com o computador ou notebook, por que esse tipo de equipamento foi projetado para operar numa temperatura ambiente não superior a 35ºC. Infelizmente, em várias localidades no Brasil essa temperatura é ultrapassada facilmente nessa época do ano.
Para os desktops que são os computadores de mesa ou computadores do tipo minitorre, que ficam no chão ou próximo do chão, temos que verificar se o fluxo de ar dentro do gabinete está adequado. Alguns gabinetes foram projetados para que o fluxo de ar quente seja eliminado pela ventilação forçada ou naturalmente por convecção. Em algumas situações, é importante aumentar a quantidade de ventoinhas (miniventiladores) do gabinete, mas deve-se levar em consideração se é melhor fazer a ventilação forçada ou a exaustão. Isso depende de onde será colocada a ventoinha extra, que pode ser no painel frontal ou traseiro.

Localização do equipamento

Verifique se o seu computador não está com alguma obstrução na entrada ou saída de ar, devido a proximidade da parede, eletrodoméstico gerador de calor, da janela (sol), móvel ou de algum outro objeto e até mesmo se não está com excesso de poeira.  Se o fluxo estiver prejudicado, com certeza fará com que a temperatura interna do gabinete aumente. Procure sanar esses problemas e instale num local arejado e ventilado.

Cuidados com os cabos

Os fabricantes de computadores normalmente prendem todos os cabos internos com presilhas ou abraçadeiras de forma a reduzir o volume de cabos e melhorar o fluxo de ar. Portanto, se o computador foi montado sem esses cuidados ou se passou por manutenção que não foi observado esse detalhe, é aconselhável que abra a tampa e verifique se os cabos estão interferindo no fluxo de ar.

Limpeza

Certifique-se de que todos os ventiladores estão limpos e funcionando perfeitamente. Caso seja verificado algum ventilador com ruído anormal, é aconselhável que se troque, pois os ventiladores também têm vida útil reduzida se não for de rolamento. Os gabinetes que ficam próximos ao chão costumam acumular muita poeira e sujeira nas frestas e ventoinhas.

Processadores e chipsets

A ação do calor excessivo no componente como processador e os chipsets, podem fazer com que eles trabalhem forçadamente, acarretando em redução da freqüência do processador, diminuindo a performance da máquina, ou até mesmo, situações de travamento ou algumas mensagens de erros indesejáveis. Assim, é importante que as pastas térmicas que servem para transferir o calor dos componentes para o dissipador também sejam trocadas, pois com o tempo elas podem perder a propriedade térmica.

Ambiente Climatizado

Obviamente que computadores com gabinetes com tampas abertas possuem melhor eficiência na dissipação térmica, mas nem sempre isso é aconselhável, pois os componentes ficam expostos a qualquer tipo de acidentes e até esteticamente é desaconselhável. Então, nada como trabalhar com o seu computador num ambiente climatizado com temperatura entre 18 a 25ºC.

Notebooks

No caso de um notebook, a situação é bem parecida, os componentes sobreaquecidos reagem da mesma forma. De repente, você pode perder todo o seu trabalho por causa de um travamento indesejável ou inexplicável.
Aconselha-se trabalhar com o notebook sempre numa superfície lisa e plana, pois normalmente as ventoinhas estão instaladas na base do notebook e é por onde também acontece a troca de calor com o ambiente. As pessoas que utilizam o notebook no colo, no sofá ou até mesmo sob a cama podem estar impedindo o fluxo de ar. Existe atualmente em lojas especializadas uma base com ventilador para notebooks, exatamente para aumentar a refrigeração.
É comum as pessoas utilizarem aquelas bolsas finas que acompanham o notebook e que servem para protegê-lo contra riscos e acabam servindo de apoio sobre a mesa. Porém, tanto cuidado para não riscar o equipamento acaba expondo o produto a alta temperatura.

Turbinando o computador

Caso você tenha instalado uma placa de vídeo no slot para melhor a performance para jogos, ou se instalou mais memórias ou disco rígido, deve tomar o cuidado, pois esses itens consomem muita energia que é transformada em calor. Além disso, a fonte sofre uma demanda maior por potência, gerando mais calor interno.  É aconselhável rever o fluxo de ar interno. Talvez você tenha que instalar um ou mais ventoinhas. Existem algumas que são instaladas no próprio slot para fazerem a exaustão.
Faça revisões periódicas e verifique se as ventoinhas não estão com problemas, troque-as se necessário. Alguns gabinetes trazem no painel frontal um pequeno display de LCD que monitora as temperaturas internas do seu equipamento. Basta instalar os sensores nos locais indicados e você mesmo monitora pelo painel frontal.
Os processadores e os chipsets (componentes principais) são projetados para suportarem altas temperaturas, no entanto, esses componentes podem durar menos tempo se estiverem trabalhando sob condições não recomendadas.
É sempre bom prevenir para preservar o seu investimento.

Por: Helio Okoshi - formado em Engenharia Eletrônica e é Gerente de Engenharia de Produto da Digitron

terça-feira, 29 de março de 2011

[EVENTO] 15 anos da Campus Party!?


logo futura 15 anos da Campus Party!?
Olá! Tudo bem?
Em 2011, a Campus Party completa 15 anos de existência desde a sua criação, na Espanha. Para comemorar esta data, estamos convidando todos os campuseiros para que participem de um concurso cultural através do qual poderão concorrer a uma entrada, com todas as despesas de viagem pagas, para acompanhar ao vivo a Campus Party Valência 2011, que acontecerá entre os dias 11 e 17 de julho deste ano.
A ideia é muito simples: todos devem seguir, no Twitter, a @pacoragageles e @belindagaliano, os fundadores do evento. Neste momento, eles estão fornecendo pistas e, a partir delas, os participantes terão acesso a um site especial onde poderão fazer parte da promoção. Todos os detalhes do concurso estão lá no nosso blog!
Agora, pedimos e contamos com a sua ajuda, e com a força dos seus canais na web brasileira, para nos ajudar a divulgar mais esta ação promocional da Campus Party!
O que você tem que fazer? Siga hoje, dia 29, no Twitter os fundadores@PacoRagageles e@BelindaGaliano. Eles vão dar pistas que levarão você ao site onde poderá participar do concurso, seguindo os demais passos. Entre todos os participantes a equipe da Campus Party irá escolher os vencedores e entrará em contato para avisá-los dos prêmios.
Os requisitos para participar são: ser maior de idade, possuir identidade, passaporte vigente e disponibilidade para viajar nas datas indicadas.
Comemore com a gente o 15° aniversário do nascimento da ideia da Campus Party!
Fundadores da Campus Party

Um abraço!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

[INFORMAÇÃO] Quarto Geek

Você já conhece o quarto mais badalado da vida, do universo e de tudo mais?
Ponha sua mochila nas costas, não esqueça sua toalha, polegar em riste e pegue carona nessa nova aventura...

Miniaturas, RPG, Super-Heróis, Quadrinhos, Heróis Japoneses, Filmes, Moda, Decoração, WebDesign, Programação, Hardware, Animes, Séries, Jogos e Tecnologia.

 Tudo bem juntinho no seu quarto, o 4ºGeek!

Devido a mudanças na hospedagem do quarto (quarto novo, casa nova, rsrs) pedimos que aguardem as novidades!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

[HARDWARE] Projeto Reação Info - RI


Projeto Reação Info - RI

O Projeto RI ( reação info) surgiu da necessidade de minimizarmos os riscos que o lixo eletrônico de informática causam ao meio ambiente, uma vez que a quantidade de lixo produzida no mundo é imensa. Com isso propomos uma maneira possivel de reutiliza-lo de uma forma sustentavel. O trabalho do projeto RI visa estimular uma reação nas pessoas e empresas de solidariedade e comprometimento com a preservação do meio ambiente. 


Os trabalhos realizados pelo REAÇÃO INFO são inteiramente gratuitos e destinados a ajudar entidades filantrópicas através da coleta, reciclagem e reaproveitamento o lixo proveniente da Informática fazendo com que estes equipamentos reciclados e revisados sejam direcionados a crianças e jovens carentes das comunidades promovendo assim a inclusão digital. Nossa proposta também visa ministrar cursos para a população carente; gerar uma consciência ecológica de combate a degradação ambiental e preservação da natureza através de ações e serviços favoráveis ao meio ambiente; oferecer cursos gratuitos de informática( crianças; jovens e para a melhor idade),montagem e manutençãode computadores, reciclar os conhecimentos que envolvam os procedimentos atualmente adotados para o lixo tecnológico; orientar os pontode coleta do lixo; estimular o artesanato voltado a reciclagem; fazer parcerias com profissionais da área tecnológica interessados em atuar voluntariamente; promover campanhas educativas e palestras de caráter ambiental. 


Para que o Projeto RI, venha promover seu objetivo, precisamos da colaboração de todos principalmente daqueles que possuem equipamentos de informática que não utilizam mais. Para isso basta entrar em contato conosco que iremos recolher. 

Telefone: 3467 -1729/7818-4834 Id: 23*0817 Email:drjoserr@gmail.com 

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

[TECNOLOGIA] Dicas sobre micros portáteis, com wireless e 3G

1ª dica:

Prós e contras dos computadores no formato “tablet” como o iPad

A cada semana temos um lançamento de modelo de “tablet”, computadores no formato tipo do iPad. Para aqueles que estão curiosos para entender minimamente este novo mercado, compilamos uma série de dicas e informações que permitem dar um panorama geral para evitar que você entre numa fria ou, quem sabe, que ache um novo mercado para trabalhar.
2ª dica:

Como usar o smartphone como um Hot Spot (roteador wireless)

Muita gente hoje em dia tem um smartphone (celular incrementado) com acesso à internet por internet 3G. O que muitos não sabem é que é relativamente simples transformar este tipo de aparelho numa espécie de roteador wireless, transformando o smartphone num hotspot que permite a outros micros da rede local acessar a internet 3G do smartphone.
3ª dica:

Qual é mais rápido, notebook ou micro desktop?

Micros portáteis têm sérias restrições de espaço e de consumo de energia, por isso é que a performance dos notebooks é sofrível, eles são sempre mais lentos que um micro no formato desktop (o convencional dos PCs) com a mesma configuração de hardware. Entretanto, novas tecnologias e formatos de gabinete vêm tornando os notebooks cada vez mais rápidos, mas será que eles se aproximam do desempenho de um PC convencional? E como ficam os micros portáteis do tipo DTR, eles chegam mesmo perto da velocidade de um micro de mesa?
4ª dica:

Notebook ou micro desktop PC, qual é o melhor para comprar?

A área de informática é cheia de controvérsias. Hoje em dia companhias (ou marcas) como Google, Microsoft, Apple, Nokia, browsers, games e redes sociais vivem de criar novas necessidades nos usuários na tentativa de vender seus produtos ou ganhar com publicidade. Estas iniciativas podem gerar novas idéias e conceitos sobre os produtos. Uma destas controvérsias se resume a uma questão simples: micro portátil ou de mesa? laptop ou desktop? Qual é melhor, mais lucrativo ou mais eficiente para mim?
5ª dica:

Problemas de ativação do Windows 7 num notebook

Comprei um notebook que veio com o Windows 7 e mais uma infinidade de programas pré-instalados. Achei melhor partir para uma instalação limpa, tenho um DVD do Windows 7 e pensei que poderia usá-lo com a chave original para fazer o que vocês chamam de “instalação limpa”. Na hora de ativar e colocar a chave original que consta na etiqueta que veio com o Notebook o Windows deu uma mensagem de chave inválida e não ativou. E agora?
6ª dica:

Mudando o Windows 7 de inglês (ou outra língua) para português (adicionando suporte multilíngue)

Os micros fabricados no Brasil já trazem o Windows em português, mas existem muitos aparelhos trazidos do exterior durante viagens ou importados, oficialmente ou não. O problema destes aparelhos importados é que só ficam disponibilizadas as versões em inglês do Windows 7. Existem várias formas de mudar o sistema para o Português, com ou sem a reinstalação do sistema ou a reformatação do HD. Escolha o que for mais fácil em cada situação.
7ª dica:

Tela de notebook não liga, mas LED e botão liga-desliga estão acendendo

Tenho um notebook de marca HP onde o LED e o botão de ligar acendem, mas a tela não liga. O que faço? Desconfio que é um defeito na placa-mãe, até porque já ouvi dizer que muitos notebooks estão apresentando problemas nas soldas ou com super aquecimento.
8ª dica:

Como compartilhar conexão de internet 3G via modem USB

Usamos modem 3G da Vivo e da TIM, mas não sabemos como compartilhar a conexão do computador servidor para os outros PCs em rede. Tenho certeza que milhares de leitores e usuários de internet por modem USB aguardam e buscam respostas sobre esse assunto.
9ª dica:

Micro liga mas não inicializa, fica com tela preta e cursor piscando

A máquina ligava, porém aparecia apenas a tela preta com um cursor piscando no cantinho da tela. O HD dava algumas piscadas. Tentei inicializar com o CD de instalação do Windows e, ao carregar, surgia aquela mesma tela preta inicial dizendo “verificando configurações de hardware” e mais nada. A máquina só funcionou normal quando coloquei outro HD. Como a máquina ainda está na garantia minha amiga levou para a pessoa responsável e algum tempo depois ele disse à ela que era vírus.
10ª dica:

Windows fica reinicializando. Não carrega e notebook não funciona

Pois bem, agora estou com o notebook da minha filha, o qual parou de carregar o Windows XP. Tudo original, só que não veio um disco de instalação. Talvez seja algum vírus ou então é mesmo um problema de hardware. Quando clico no modo seguro para carregar o sistema operacional, o micro desliga e reinicia. Isto sempre acontece, mesmo na opção “com prompt de comando” isso ocorre.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

[INFORMAÇÃO] Kinect e a criança com autismo


De todas as recentes notícias do Kinect, que falam do primeiro acidente, ou então do concurso para conseguir hackear o aparato para testar a segurança, ou que as vendas iniciais estão muito bem, uma notícia que fala sobre sua facilidade de uso se sobressai.
John Yan, dono do portal Gaming Nexus, não estava com a menor vontade de comprar o Kinect, já que não ficou impressionado com a habilidade de se jogar sem o controle. Ele foi em frente e comprou mesmo assim.
Enquanto ele testava a nova tecnologia, seu filho de quatro anos ficou muito interessado em jogar o Kinect Adventures, porque a caixa parecia divertida. Mas o filho dele tem autismo, e sempre quando tenta jogar qualquer jogo, o garoto fica frustrado em ter que usar o controle, o que não é fácil para ele. Mesmo repetidamente falando “Papai, eu quero jogar com você”, o que acaba acontecendo é que seu filho sempre fica assistindo seu pai jogar. Até que eles conseguiram o Kinect.
Depois de colocá-lo para jogar o primeiro minigame, John ficou muito feliz de ver seu filho se divertindo com Kinect Adventures. A declaração dele é incrível:

“Ele pulava por todos os lados e balançava seus braços e pernas tentando socar as bolas de volta nos blocos. Era muito legal de ver, mas o que realmente me deixou impressionado foi quando o jogo acabou. Meu filho pôde navegar pelos menus sem o menor problema.”
“Eu dizia ‘segure sua mão e coloque no botão’. Sem hesitação, ele levantou sua mão e moveu em cima do botão na tela, e segurou até a animação circular terminar, indicando que o botão foi pressionado.”
“Depois desse ensinamento inicial, ele continuou explorando todos os menus sem praticamente qualquer direcionamento meu. Eu simplesmente fiquei parado e impressionado com o que eu acabei de ver. O time de design da Microsoft fez um trabalho tão bom criando uma interface de usuário com o Kinect que meu filho conseguiu navegar por cada menu para ir ao próximo round em Rally Ball. É intuitivo o suficiente que eu mal precisei ensinar meu filho de quatro anos com necessidades especiais como usar o menu.”
“Pela primeira vez, eu pude jogar algo com meu filho e não passar tempo algum com ele ficando frustrado por não conseguir fazer nada, ou ter um personagem travado numa tela. Ele se divertiu com todos os jogos e de fato se deu bem em todos eles. A alegria nos seus olhos enquanto ele era capaz de completar as tarefas e se mover pelos menus é algo que eu nunca vou esquecer.”

Via The Escapist
por: Stephan Martins

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

[INFORMAÇÃO] Robô que soca humanos

Muita gente acha engraçado ou até se irrita quando aparecem notícias envolvendo robótica e surgem aqueles comentários falando “Skynet!”. Mas dessa vez, eles vão ter que pensar duas vezes…

Um grupo de cientistas da Eslovênia criaram um robô cujo propósito é socar os seres humanos. É isso mesmo o que você leu. Se você é dos fãs inveterados de Isaac Asimov, deve estar se mordendo de raiva no momento. Mas espere, pois tudo isso é por uma boa causa!

Segundo o supervisor do grupo, o trabalho servirá justamente para que no futuro os robôs possam aderir à Primeira Lei da Robótica de Asimov: “Um robô nunca poderá ferir um ser humano”. Como? É meio simples. A cada golpe, a reação de dor e o impacto são analisados minuciosamente, para que possa ser desenvolvido uma detecção de impacto superior a qualquer coisa. E assim, o robô saberia identificar o que seria “machucar” e o que seria “tocar”.

por: Stephan Martins
em: Jovem Nerd

[HARDWARE] Cabos Organizadores

Se você está lendo este artigo com certeza está tendo problemas para organizar seus cabos ou quer melhorar essa organização de um modo mais fácil. Pois bem, se você é obcecado por arrumar cabos e fixá-los, para que não se embaracem, os designers Ji Eun Lee, Yi-Seo Hyeon, Heo-Hyeoksu e Jeong Minhui pretendem acabar com essa zona. Eles acabaram de obter financiamento (e poder de lobby) para construir um tipo de cabo que tenta evitar o embaraçamento dos fios. O cabo possui uma espécie de bloco que permite que ele se encaixe, assim como ocorre com os brinquedos LEGO.
Mas não, esses cabos não vão ser patrocinados pela LEGO. Contudo, a adoção do novo sistema, deverá esbarrar nos interesses dos fabricantes, que terão que se adaptar ao projeto.

por: renanturrm

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

[HARDWARE] Princípios da manutenção de computadores e periféricos

A filosofia está por trás de todas as ciências, e a informática não é exceção. Antes de fazermos qualquer coisa deveríamos planejar, analisar a situação anterior, a atual e o aquela onde queremos chegar, ou seja, nosso objetivo. Para tanto é preciso pensar na filosofia da coisa ou, em termos práticos, vejamos algumas idéias que julgamos importantes para quem lida com manutenção de micros:

1 — Quando é que começa e acaba uma manutenção?
Muitos técnicos pensam que o conserto começa quando estão com o aparelho defeituoso na bancada, com a chave de fenda na mão e prontos para desmontar o “paciente”. Porém, a nosso ver, a manutenção começa no exato momento em que o técnico toma conhecimento do problema, nem que seja por telefone. Em outras palavras, desde o primeiro contato com o cliente o procedimento de manutenção já se iniciou. A partir de então cabe ao profissional tomar as providências de maneira correta, precisa e coordenada para chegar ao bom término do serviço. E como é este término? A situação ideal é que o aparelho fique funcionando, o cliente esteja contente e, claro, o técnico saia com seu pagamento no bolso, num valor justo e bom para todos.

2 — O equipamento já funcionou bem algum dia.
Este é um princípio básico da manutenção, valendo para qualquer tipo de equipamento. É preciso entender que um equipamento em manutenção é diferente de um aparelho novo, que está sendo posto em funcionamento pela primeira vez. Um exemplo: é muito comum, quando se monta um novo computador, que alguma peça tenha vindo de fábrica já com defeito ou que seja incompatível com outros componentes do sistema. Não significa que esteja defeituosa mas que, simplesmente, não funciona bem no conjunto ou são incompatíveis. Mas isto só acontece em micros novos. Deve-se ter sempre em mente que o computador que estamos consertando é usado e, portanto, JÁ FUNCIONOU BEM ALGUM DIA e cabe ao técnico de manutenção descobrir porque ele deixou de fazê-lo. Pode ser algum componente defeituoso, mau contato, programas mal instalados, softwares defeituosos, vírus ou dezenas de outros possíveis fatores, sendo esta a tarefa: descobrir o que interrompeu o perfeito funcionamento do equipamento. 

3 — Determine exatamente qual é o problema
A maneira correta de se abordar um problema, por si só, já representa boa parte da solução do mesmo. Poderíamos também falar assim: “para resolver um problema é preciso primeiro saber qual é ele”. No caso de manutenção de micros é fundamental caracterizar bem o defeito. Pequenos detalhes podem dar pistas valiosas para chegar a um diagnóstico exato, preciso, que realmente resolva o problema e não algum sintoma por ele causado.

4 — Resolva o problema e não o sintoma
Cabe aqui o exemplo do médico: imagine que você está doente e vai procurá-lo. Descreve os sintomas que está sentindo, cabendo ao médico diagnosticar a causa do problema e buscar a cura para ela. De nada adianta receitar um remédio para dor de cabeça se o problema é causado, digamos, por uma sinusite, pois é preciso atacar a causa do problema e não o sintoma. Voltando para a informática, podemos citar um caso real. Determinado cliente nos procurou reclamando que seu computador estava travando. Durante as verificações básicas, que mostramos a seguir, constatamos que o travamento ocorria quando o microprocessador passava dos 70ºC e que este defeito já havia sido detectado anteriormente por outro técnico o qual, na tentativa de remediar a situação, colocou uma ventoinha na traseira do gabinete. O problema foi resolvido momentaneamente, porém, com o forte calor do verão, mesmo esta solução chegou ao seu limite, levando o sistema ao colapso. Analisando o problema, chegamos à conclusão de que o processador não deveria atingir aquela temperatura. Revisando o sistema, notamos que uma das presilhas do cooler estava quebrada, com isto não havia um bom contato térmico entre o processador e o dissipador de calor, dificultando a transferência de calor entre ambos, mesmo estando tudo aparentemente certo. Com a substituição do cooler a temperatura voltou ao normal, dispensando inclusive a ventoinha adicional. Este é um pequeno exemplo prático: o primeiro técnico tratou somente do sintoma, não procurou a causa do problema. 
5 — Utilize ferramentas adequadas
Quem lida com manutenção sabe que numa oficina entra uma grande variedade de aparelhos, de procedências diversas. Igualmente, variam muito as técnicas de montagem e desmontagem dos equipamentos e de seus componentes. Justamente por isto, as oficinas precisam ter um pequeno arsenal de ferramentas (vide o artigo “O que tem na mala do técnico”, na mesma edição da Revista PnP nº 9). Para fazer um serviço realmente profissional, sem avariar o aparelho e perdendo o menor tempo, o ideal é usar a ferramenta certa para cada operação. Por exemplo: se o aparelho exigir uma chave tipo torx ou philips não tente forçar com uma chave de fenda ou alicate, que vão fatalmente estragar a cabeça do parafuso e dar uma aparência amadora ao seu serviço, mesmo que este tenha sido tecnicamente bem feito.

6 — Tenha seu próprio ferramental
Digo sempre que o bom técnico deve investir em ferramentas, quer trabalhe por conta ou como funcionário. Procure adquirir a ferramenta adequada, mesmo que seja para um único aparelho que deu entrada na oficina. Uma vez com ela na bancada certamente vamos descobrir mais usos para a mesma e aumentar nossa produtividade. Todo profissional deve manter e zelar pelas suas ferramentas e instrumentos de trabalho, afinal é com isso que ganha a vida. Sabemos muito bem que, principalmente para quem começa na carreira, é difícil fazer os investimentos necessários para ter o instrumental mínimo, porém é uma meta a ser alcançada. Este é um esforço que vai se pagar com juros ao longo de toda uma vida profissional. Tenha suas próprias ferramentas, de boa qualidade e bem conservadas. Não se envergonhe de ter ciúmes delas e de não querer emprestar para os outros. Cada um que cuide de suas próprias ferramentas!

7 — Faça aparecer o defeito ANTES de mexer no aparelho
Falamos disto também na Revista PnP nº 9, mas é importante citar aqui pois é um procedimento básico. Tem muito técnico por aí — geralmente os menos experientes — que, ao se deparar com um equipamento supostamente defeituoso, já vai logo desmontando, formatando o HD ou instalando algum programa. Calma! Lembre-se das técnicas de primeiros socorros: é preciso primeiro estabilizar o acidentado ou enfermo, depois é que se vai tratar do problema. Quando se deparar com um equipamento defeituoso, antes de mais nada ligue-o e faça acontecer o defeito reclamado. Se você for logo mexendo em tudo não saberá se o defeito realmente foi reparado ou se, na verdade, ele nunca existiu.


Veja este artigo na íntegra no site da Revista PnP: Princípios básicos da manutenção de computadores
Saiba mais sobre a manutenção de computadores na Revista PnP:
Revista PnP nº 9 - Série especial de artigos sobre manutenção de computadores
Revista PnP nº 10 - Os 10 defeitos mais comuns dos micros e suas possíveis soluções 

sábado, 25 de setembro de 2010

[HARDWARE] Computadores: é melhor montar ou comprar pronto?


O custo real que se tem para usar um micro, profissionalmente ou para lazer, vai além da aquisição pura e simples do equipamento e dos programas. Ao longo do tempo, além deste custo inicial, a posse e uso de um PC requer despesas com sua instalação física, configuração dos programas e dos periféricos, manutenção do hardware e dos softwares, treinamento com os sistemas e vários outros itens. Considerando-se os custos totais, nem sempre se pode afirmar que os micros feitos por grandes fabricantes são mais baratos do que os micros montados. De maneira equivocada, muita gente pensa apenas no custo inicial de aquisição, esquecendo-se dos demais fatores.

Acontece que os grandes fabricantes de computadores — como a HP, Lenovo e Acer — abaixam o custo por que produzem em larga escala. Para tanto, projetam e mandam construir componentes feitos sob encomenda, o que costuma dificultar a manutenção e atualização do equipamento. Em geral, estes micros “de marca” usam uma placa-mãe que concentra os componentes mais importantes e que são também os que se tornam obsoletos mais rapidamente. Estamos falando de processador, chipset, memória RAM e, na maioria dos modelos, até da placa de vídeo. Esta simplificação, junto ao uso de componentes personalizados, costuma tornar as atualizações e manutenções mais difíceis de fazer em um computador de grande marca do que num modelo genérico desde, claro, que este último tenha sido montado por um técnico gabaritado.

Digamos que a placa-mãe de um micro de grife esteja defeituosa. Sua substituição só poderá ser feita por outra placa comprada na assistência autorizada, e ela vai custar tão caro que o conserto será inviável, tornando-se mais interessante comprar um micro novo. Se fosse um micro montado a placa-mãe poderia ser substituída por um modelo similar, novo ou usado, comprado facilmente no mercado especializado por valores que dificilmente passarão de 20 ou 30% do preço de um micro novo.

Outro exemplo: você gostaria de atualizar o sistema operacional de um micro de marca, só que o fabricante não fornece os drivers de dispositivos necessários para a nova versão de Windows. Se fosse um micro montado, com base em uma placa-mãe de fabricante conhecido, estariam disponíveis drivers para todas as versões de Windows compatíveis com aquele modelo.

Devido a esta dificuldade de manutenção e upgrade, considerando-se ao longo do tempo, um micro montado pode ter vida útil mais longa e, conseqüentemente, um custo de propriedade menor em relação aos seus congêneres produzidos em larga escala.

Justamente por isto, o mercado de montagem de computadores é muito forte, respondem por boa parcela do número de computadores. Isto mostra como a personalização e a facilidade de modificação e de upgrade são argumentos fortes na hora de comprar um micro novo, abrindo um enorme campo de trabalho para os técnicos de informática.

A eterna briga: micros “De Marca” X micros montados

Já vimos que as despesas para se usar um micro incluem, além do custo de aquisição inicial, fatores como a compra (ou licenciamento) dos programas e sua respectiva configuração, sem falar na instalação e manutenção do computador, propriamente dito, no local onde vai funcionar. Para que esse custo total de um micro montado seja inferior ou comparável ao de um micro de grife torna-se necessário que todos seus componentes sejam escolhidos a dedo, um por um. Esta escolha minuciosa também é um dos fatores que causam grande satisfação ao proprietário de um micro montado. Fazendo uma comparação grosseira, é a mesma diferença entre comprar uma calça pronta numa loja ou mandar fazer sob medida num bom alfaiate, onde podemos escolher o tecido, o estilo do corte, os acabamentos, os botões, a quantidade de bolsos e até a cor do ziper.

Atualmente os micros de fabricantes regularmente estabelecidos competem de igual para igual, em termos de preço, com os microcomputadores “sem marca” ou montados. Continuam existindo, entretanto, circunstâncias em que a montagem de um computador com componentes separados é mais vantajosa do que adquiri-lo de um grande fabricante, mesmo levando-se em conta as vantagens que estes oferecem, como longos prazos de garantia, assistência técnica e financiamento. Veja a seguir algumas situações onde se recomenda a montagem de um computador ao invés de adquiri-lo pronto.

• Aplicações corporativas - Na instalação de sistemas informatizados em empresas nem sempre se acha um equipamento pronto que atenda à especificação para determinada tarefa. Alguns sistemas exigem a instalação de placas dentro do micro, o que costuma invalidar a garantia da maioria dos fabricantes. Estas placas podem ser de rede ou um modem, por exemplo. Além disto, a empresa pode optar por utilizar Linux ou suas próprias cópias de Windows, e não as que acompanham os micros de grife e aumentam seu preço. Outra situação: a empresa pode precisar de um monitor maior, de 22 ou 32”, ou menor, de 9 ou 10”, o que dificilmente conseguirá nos micros de marca. Estes e muitos outros detalhes costumam ser deixados de lado pelos grandes fabricantes, os quais montam configurações que possam atender à maior parte dos possíveis compradores.

Computadores com alto poder de processamento gráfico - Aplicações gráficas como editoração eletrônica, edição de vídeo e desenhos em CAD necessitam de placas de vídeo especiais, grande espaço de armazenamento, a maior capacidade de processamento que se possa conseguir e, às vezes, até de sistemas RAID (vide Revista PnP nº 10) . Dificilmente os computadores prontos encontrados no comércio atenderiam estes requisitos a um preço competitivo.

• Servidores de rede - Necessitam de grandes espaços de armazenamento, alta performance e sistema RAID, além de acessórios especiais como múltiplas placas de rede, gravadores de DVD padrão Blu-ray, placas multi-seriais e outros acessórios especiais. Os equipamentos comerciais que atendem estes requisitos são bem mais caros e difíceis de encontrar do que montar um sob encomenda, segundo as necessidades.

• Terminais para entrada e consulta de dados - Terminais são cada vez mais usados no comércio, nas escolas e em automação industrial. Rodam os aplicativos direto a partir de um servidor, que pode ser Windows Server ou Linux (vide artigo na página 37). Estes terminais são micros simplificados, pois não necessitam de muita memória RAM nem de grande espaço de armazenamento. Por outro lado, podem precisar de acessórios como leitores de código de barras, placas de rede diferentes, modems e outros, dependendo do sistema que estiver em uso.

• Micros para games ou com tecnologia mais atual - Os grandes fabricantes de equipamentos necessitam da economia de escala, ou seja, precisam fabricar uma grande quantidade de cada um dos seus diversos modelos, para ter preço competitivo. Desta forma, existe certa demora em incorporar as últimas tecnologias, invariavelmente mais caras do que a tecnologia mais popular no momento. Se compararmos o preço e os recursos de um micro montado, que incorpore grande capacidade de armazenamento e o maior poder de processamento disponível, fatalmente os micros dos grandes fabricantes serão bem mais caros do que os montados artesanalmente. Por estes motivos, os adeptos dos games dificilmente usam micros de grife e geralmente montam suas próprias máquinas. A idéia é utilizar placas de vídeo potentes, grandes coolers, gabinetes incrementados, muita memória RAM e muito espaço no disco rígido.
Um ponto chave: devemos comprar “soluções” e não “equipamentos”

Este é um acontecimento que muitos dos leitores provavelmente já enfrentaram. Quantas vezes os técnicos de informática fazem uma cotação de preço para montar um micro para um cliente o qual, no final das contas, acaba optando por comprar numa papelaria ou pela internet, por ser um pouco mais barato?

Até aí está tudo certo, afinal, todo mundo tem direito de optar pelo que acha melhor para si. Entretanto, estes micros vêm “pelados”, quando muito com a instalação do Windows, e aí os compradores sentem necessidade de voltar ao técnico para instalar os programas e configurar periféricos como impressora, rede, câmera e internet.

Aproveitemos, portanto, este artigo para divulgar uma forma de pensar que temos há décadas. Este é um ponto que sempre defendemos, ou seja:
“O técnico que monta micros nunca deveria dizer que vende equipamentos, mas sim que oferece soluções”.
Isto porque o micro, em si, é apenas parte de uma solução maior. Ninguém compra computador para ficar parado em cima da mesa, mas sim para realizar uma tarefa, nem que esta seja simplesmente navegar na internet.

Assim, os micros montados artesanalmente podem — e devem — ser entregues com todos os programas e periféricos instalados e funcionando perfeitamente, ou seja: o cliente precisa estar ciente de que está adquirindo uma solução para suas necessidades de informática e não simplesmente comprando um computador, o que seria muito pouco para representar o trabalho do técnico que monta micros.

Pensando assim, mesmo que os computadores de marca e os montados custassem a mesma coisa, o montado já estaria mais barato pois vem pronto para uso e personalizado para cada cliente, enquanto que o micro de marca precisa ser trabalhado por alguém que instalará tudo o que o usuário precisa para trabalhar com o micro.

Uma vez estando decidido que é melhor montar seus próprios micros, para você mesmo ou como atividade profissional, por onde começar? Simples: pela escolha das peças. É preciso saber para que serve cada uma delas, como escolher e como comprá-las. É isto o que analisamos a fundo nas edições 11 e 12 da Revista PnP, de onde esta pequena introdução foi extraída. Sugerimos a leitura destas edições para uma melhor compreensão da montagem e configuração de computadores.

Saiba mais sobre a montagem de micros:
Revista PnP nº 11 - Escolhendo e comprando os componentes dos micros
Revista PnP nº 12 - Montagem de computadores passo-a-passo
Veja este artigo na íntegra, com muito mais dicas, no site da Revista PnP: Computadores: melhor montar ou comprar pronto?

O Curso

O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas das Faculdades Integradas Simonsen - FIS, é um curso presencial, reconhecido pela Portaria 1.003 de 12.07.1993 (D.O.U. 13.07.1993), com carga horária mínima de 2.334 horas, que poderão ser cumpridas em no mínimo 03 anos (06 semestres letivos) e foi recentemente aditado pela Portaria nº 281, 29 de setembro de 2009, publicada no D.O.U nº 188, de 01 de outubro de 2009, Seção 1, página 19.
Os graduados nos Cursos Superiores de Tecnologia denominam-se tecnólogos, são profissionais de nível superior com formação para a produção, inovação científico-tecnológica e para a gestão de processos de produção de bens e serviços.

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